sábado, 24 de julho de 2010

Venda de animais já faz "fazendinha virtual" bater o Facebook em faturamento


Viciados no jogo compram animais e alimentam o lucro estimado em R$ 1,5 bi em 2010

A venda “de verdade” de animas e máquinas agrícolas no FarmVille, a “fazendinha virtual” dos usuários da rede de relacionamentos Facebook, tem sido o responsável por puxar o lucro já estimado em cerca de R$ 1,5 bilhão (US$ 835 milhões) neste ano da empresa de jogos virtuais Zynga, criadora da fazenda.

O valor é superior ao faturamento do Facebook em 2009 que ficou em R$ 1,4 bilhão (US$ 800 milhões).

Segundo reportagem publicada neste sábado (24) pelo jornal americano “The New York Times”, o empresário Mark Pincus, executivo da empresa e criador do jogo, já sonha em se tornar o “Google dos jogos virtuais”, em referência ao sucesso do buscador mais conhecido no mundo virtual.

Apesar do jogo ser gratuito, os “bons fazendeiros” conseguem comprar equipamentos e até animais para a propriedade virtual mediante um pagamento “de verdade”. Para isso, são vendidos créditos, pagos no cartão de crédito, aos "viciados" no joguinho, que desejam comprar propriedades e se tornarem "famosos" no mundo virtual.

Um trator cor-de-rosa, um dos favoritos dos fazendeiros virtuais, é vendido por US$ 3,50 (R$ 6,30), enquanto o combustível custa R$ 1,08 (US$ 0,60). Um cavalo pode ser comprado por R$ 7,83 (US$ 4,40) e quatro frangos saem por R$ 9,96 (US$ 5,60). Pode parecer pouco, mas são esses “acessórios” que tornam a fazendinha cada vez mais lucrativa, segundo Mark.

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Segundo especialistas ouvidos pelo R7, a fórmula de sucesso do jogo, onde o internauta se torna um “fazendeiro virtual”, tem todas as características para se tornar um vício.

“Enquanto o Facebook precisou de 4,5 anos para chegar aos 100 milhões de usuários, Zynga [que é a empresa de games de Mark Pincus] conseguiu atingir a mesma marca em apenas 2,5 anos”, informa o jornal americano.

A empresa já conta com mil funcionários, que trabalham 375 dias por ano, e já conta com 400 vagas de emprego abertas, segundo o “NYT”. O negócio é tão lucrativo que até investidores do Google e o fundador do Netscape, Marc Andressen, já colocaram R$ 925 milhões (US$ 520 milhões) na empresa sediado no Vale do Silício, na Califórnia, região conhecida por sediar uma das maiores empresas de tecnologia

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Vamos visitar


fiquei sabendo que ela esta muito doente, vamos visitar ta legal por favor ligar para nossos orientadores do deje de Paratibe Alvorada para nos marca uma visita

Um acidente


Olha amigo se um dia Davi alexandre te convidar pra tirar uma foto tome muito cuidado pois vc poderá ser atingido tenho um amigo que quebrou o nariz só por que não queria tirar foto com Davi

domingo, 4 de julho de 2010

Google nega fim do Orkut no Brasil


Google nega fim do Orkut no Brasil

Plantão | Publicada em 28/08/2006 às 10h42m
O Globo Online

RIO - A Google Inc., dona do site de relacionamento Orkut, usado por cerca de 20 milhões de brasileiros, negou que vai fechar ou bloquear o serviço no Brasil. Através de seu procurador no país, o advogado Durval Noronha, a empresa negou o interesse em fechar o serviço e insistiu na tese de que a empresa, diferentemente do que diz o Ministério Público Federal, tem colaborado na identificação de criminosos que usam o Orkut para a prática de crimes, informa a repórter Elis Monteiro no jornal "O Globo" desta segunda-feira.

Semana passada, uma peleja teve início entre a Justiça brasileira e a filial da empresa no país. O motivo é a suposta recusa da Google em entregar dados, como números IP, de usuários investigados por crimes no site de relacionamentos; a filial se defende dizendo que não tem acesso a tais dados, guardados nos servidores da matriz, na Califórnia.

Não satisfeito, o MP entrou com ação civil pedindo multa de R$ 150 milhões, mais multas diárias pelo não cumprimento dos pedidos da Justiça. Pediu ainda o fechamento da subsidiária no Brasil, se a recusa persistir.

— Não tenho interesse em acabar com o Orkut, mas MP e Google não se suportam e o que me preocupa são as cerca de mil páginas criminosas que são abertas no Orkut por mês. Por isso pedi ajuda ao Congresso Americano — diz o deputado Luiz Eduardo Greenhalgh, presidente da Comissão.

A questão se complica porque o Ministério Público Federal tem enviado as ordens judiciais à Google Brasil, subsidiária brasileira da Google Inc. A Google Brasil, por sua vez, diz não ter acesso aos dados dos usuários e que, por isso, os pedidos devem ser enviados diretamente à sede da empresa. O MP, todavia, diz que não há diálogo com a sede da empresa e que a Google Brasil, por ser uma filial da empresa, também tem responsabilidades sobre o serviço.